O FUTEBOL EM TEMPOS PANDÊMICOS: “GLOBALIZAÇÃO” EM XEQUE?

 

 

 

 

Foi na virada do século XIX para o século XX que os esportes modernos se disseminaram nos diversos continentes do globo. Articulando-se ao processo de expansão do Império Britânico pelo mundo, aos processos de partilhas imperiais na África e na Ásia, e aos fenômenos migratórios em escala intercontinentais, diversas modalidades esportivas propagaram-se durante esse período finissecular. Pode-se dizer que houve diferenças na apropriação ou na preferência por esportes específicos segundo os países e as regiões continentais, a exemplo de Índia, Austrália e Estados Unidos, então colônias ou ex-colônias da Grã-Bretanha, que adaptaram, popularizaram ou criaram suas próprias modalidades esportivas.

 

O futebol constituiu um caso de sucesso nesse espraiamento, em função de sua capacidade de internacionalização – “o idioma geral de uma língua não verbal”, nas palavras de José Miguel Wisnik –, embora, inicialmente, sua difusão tenha-se operado com mais velocidade na Europa continental e na América do Sul, junto às migrações e às criações de clubes desportivos. Enquanto os esportes olímpicos institucionalizaram-se graças à reinvenção das modernas Olimpíadas em 1896 na Grécia, pelo francês Barão Pierre de Coubertin, na esteira da criação do Comitê Olímpico Internacional, a modalidade futebolística instituiu sua própria Federação Internacional quase uma década depois, em 1904, a FIFA, a partir de iniciativas de agentes e de uma instituição também francófona, sediada inicialmente em Paris.

 

Com o seu exercício paralelo de diplomacia esportiva, a reunir diferentes nações para disputas e concorrências simbólicas entre atletas representativos de seus respectivos países, o primeiro obstáculo em que se viu enredado esse tipo de competição foi a Grande Guerra (1914-1919). O enfrentamento bélico afetou a regularidade quadrienal dos Jogos Olímpicos, de modo que a edição de 1916 teve de ser suspensa até 1920, quando foi retomada a tradição competitiva, na Antuérpia, cidade da Bélgica.

 

Implicada menos diretamente pelo conflito armado na Europa, a América do Sul também foi comprometida em suas competições esportivas nesse período, mas por um outro fator que refletiu a dinâmica de expansão e retração da história global: a disseminação da gripe espanhola, que assolou o mundo no final dos anos 1910. Os preparativos para a terceira edição do Campeonato Sul-Americano de futebol em 1918, o primeiro a ser realizado no Brasil, tiveram de ser interrompidos com o avanço da doença. Parte da população, em especial a paulista, foi submetida a confinamento compulsório pelo governo estadual da época. Junto às competições locais, o III Sul-Americano foi suspenso e só pôde afinal ocorrer um ano depois, em 1919, quando, no estádio do Fluminense, as Laranjeiras, no Rio de Janeiro, então capital da República, a Seleção sagrou-se campeã sobre o temido e imponente escrete uruguaio, num jogo emocionante.

 

Passadas a guerra e a epidemia, os calendários esportivo e futebolístico puderam recobrar sua regularidade, com torneios em nível mundial a cada quatro anos. Estruturou-se assim um formato competitivo ao longo do tempo, impulsionado por um progressivo alargamento do raio de suas competições internacionais. Passou-se a se exercer um tipo peculiar de diplomacia esportivo-cultural, uma espécie de Liga das Nações através dos esportes no entreguerras (1919-1939).

 

A oscilação de suas datas foi comprometida por ocasião de conflitos bélicos, de dramas humanitários e de problemas sanitários em escala global. A regularidade quadrienal, tanto da Copa do Mundo organizada pela FIFA a partir de 1930 quanto dos Jogos Olímpicos chancelados pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) desde fins do século XIX, foi abalada apenas nessas situações extraordinárias da vida coletiva internacional. A Segunda Guerra mundial, por exemplo, impediu por mais de uma década a realização de eventos esportivos em âmbito intercontinental. Finda a beligerância em 1945, as entidades globais do esporte fortaleceram-se e institucionalizaram-se ainda mais, planetarizando as competições.

 

A segunda metade do século XX foi favorecida sobremaneira pelo desenvolvimento dos meios de comunicação de massa, em particular pelo advento da televisão. Esta proporcionou a capacidade crescente de cobrir e de transmitir imagens em tempo real dos torneios. Junto aos espectadores, um público telespectador constituiu-se e exponenciou o alcance demográfico dos jogos, seja no futebol profissional seja nos esportes amadores.

 

Se não houve desde então interrupções em macro escala, a Guerra Fria ditou as tensões competitivas e refletiu-se na dramatização das nações em disputa pela primazia de conquistas e medalhas. Travou-se uma espécie de luta pela hegemonia simbólica de potências esportivas, a exemplo de atletas representantes de Estados Unidos, União Soviética, Cuba, China, entre outros países com influência geopolítica.

 

No século XXI, durante a era chamada de “globalização” – enfraquecimento do Estado-nação e intensificação da circulação de bens, pessoas e informações pelo mundo, com uma série de interdependências transnacionais –, a onipresença televisiva na cobertura dos megaeventos esportivos tornou-se ainda mais expressiva. Além das Copas representadas por selecionados nacionais, no futebol os campeonatos continentais e intercontinentais de clubes ganharam impulso e protagonismo, modificando os modos de assistência e de vivência do espetáculo futebolístico.

 

Nessa fase de um futebol dito globalizado, acentuou-se ainda mais a condição de um pertencimento clubístico global, com torcedores a reivindicar afetos, identificações, filiações e mesmo bifiliações por clubes estrangeiros multimilionários. Estes, como se sabe, desde 1990 têm-se convertido em marcas globais, a exemplo do Juventus da Itália, do Paris Saint-Germain da França, do Chelsea, do Manchester United ou do Liverpool da Inglaterra, entre outras agremiações europeias, com seus consagrados e hiper-famosos astros futebolistas.

 

Eis que esse cenário esportivo espetacularizado, responsável pela realização de megaeventos esportivos e de torneios futebolísticos de alcance planetário, foi abalroado pela chegada célere e inesperada do Covid 19 e de todas as consequências paralisantes que trouxe ao Brasil e ao mundo desde janeiro de 2020. A interdição das arenas e dos estádios foi a primeira medida cautelar adotada na Itália, país europeu inicialmente mais atingido. Pouco a pouco, em efeito dominó, todos os países da Europa também pararam. A exceção foi a Liga de Belarus, cujo campeonato de futebol não sofreu interrupção por decisão de suas autoridades. Esta situação produziu um efeito inusitado. Na crise, o mercado de apostas esportivas foi um dos mais afetados, e a Liga de futebol Belarus passou a ser praticamente a única opção de apostadores fieis

 

De início, a estratégia de evitar aglomerações levou à realização de jogos com portões fechados, com jogadores em campo, mas sem torcedores a acompanhá-los e incentivá-los nos estádios. As medidas começam em fevereiro deste ano, quando ainda não se tinha nitidez da rapidez e do impacto de alastramento do vírus, nem do tempo de perduração do fenômeno. Mitigavam-se os efeitos danosos, ao manter-se as partidas, que garantiam as transmissões televisivas do Big-5 (Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha e França), grande vitrine do futebol mundial de clubes, e atendiam-se às pressões dos patrocinadores.

 

À medida que os dias e as semanas se passaram, essa situação de suspensão parcial, torna-se insustentável, sobretudo com o drama que passou a assolar o norte da Itália e, em seguida, a Espanha, a França e a Inglaterra, sucessivos epicentros europeus. Em março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou estado de pandemia e o sinal de alarme foi aceso para as entidades gestoras esportivas e seus clubes afiliados. A medida mais drástica, ainda sem que se saiba por quanto tempo, foi tomada: paralisação total das partidas e competições na Europa.

Em meio a um cenário nebuloso e incerto no primeiro trimestre de 2020, o COI saltou à vista por sua resistência inicial na mudança de seu calendário. Com a iminência das Olímpiadas de Tóquio, em julho deste ano, a entidade protelou ao máximo o anúncio da suspensão do torneio, com o cálculo de que haveria possibilidade de a situação voltar à normalidade a tempo de manter as datas iniciais dos Jogos no Japão.

 

Vã ilusão. Com os prognósticos cada vez mais pessimistas e a profusão irrefreável do contágio, o relutante Comitê suíço acabou por tomar uma medida drástica e adia em um ano a sua edição de verão na capital japonesa, não sem prejuízos à cidade-sede e à entidade gestora, haja vista os contratos de patrocínio e transmissão firmados. O custo dessa medida foi estimado pelo Comitê organizador local em 13 bilhões de reais. Neste sentido, a FIFA foi menos abalada, porquanto seu principal torneio está previsto apenas para 2022 no Catar. 

 

Com efeito, o debate e a epidemia chegaram, embora com certo delay, à América Latina. A condição alarmante determinou medidas de isolamento social e de quarentena, recaindo de igual maneira sobre as competições futebolísticas estaduais no Brasil, bem como sobre o treinamento regular dos atletas que se preparavam para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Mais uma vez, no contexto latino-americano, um caso anódino e inusitado chamou a atenção: a Nicarágua é o único país a não interromper seu calendário esportivo, dando continuidade aos jogos e franqueando os estádios a seu público, como se nada acontecesse no mundo que lhe pudesse afetar.

 

Da mesma maneira que as finanças e a arrecadação da cadeia produtiva econômica do país, o impacto na indústria do esporte nacional é estrondoso e de cálculo quase imensurável. A parada compromete todo o sistema de produção esportiva: clubes ficam sem receita, jogadores veem constrangimentos em seus salários, meios de comunicação ficam sem programação para sua grade de cobertura, patrocinadores não têm como expor suas marcas, etc. Em situações mais dramáticas, clubes de pequeno porte e do interior do país dispensam seus atletas, enquanto agremiações clubísticas de maior envergadura dispensam funcionários e reduzem drasticamente sua folha de pagamentos.

 

A crise, não obstante, enseja iniciativas solidárias: ex-atletas da Seleção Brasileira de 1982 – Zico, Falcão, Junior, entre outros – mobilizam-se para prestar solidariedade aos infectados e para colaborar em campanhas de arrecadação. Clubes e jogadores – como no caso do Barcelona e do Bayern Munique – participam de campanhas e abrem mão de seus salários, para contribuir com vítimas em seu país de origem.

 

Em contrapartida, dois clubes ingleses – o Liverpool FC e o Tottenham Hotspurs – anunciaram publicamente o uso do furlough, um sistema criado pelo governo britânico para colocar os funcionários de empresas em licença, reduzindo tanto os salários quanto a jornada de trabalho. A atitude gerou indignação entre os próprios torcedores das agremiações, que se posicionaram de forma veemente contra seus clubes, obrigando-os a recuar.

 

No Brasil, a adesão do esporte à situação calamitosa se deu de outras formas. Seus equipamentos esportivos, parados, é bem verdade, fazem as vezes de leitos hospitalares. Muitos estádios públicos, como o Pacaembu, e arenas construídas para a Copa de 2014, como a de Manaus, tornaram-se assim hospitais de campanha. A mobilização alcançou também outros atores do mundo do futebol. Diversas torcidas organizadas no Brasil, no afã de melhorar sua imagem estigmatizada pela violência, promovem ações beneficentes para moradores de ruas. Os Gaviões da Fiel, por exemplo, ofereceram sua quadra para abrigar pacientes contaminados, ao passo que a Mancha Verde conseguiu arrecadar 100 toneladas de mantimentos para doação a pessoas desassistidas no interior do estado de São Paulo.

 

São ações que têm menos repercussão no âmbito midiático, mas que acontecem em diversas capitais do país. Sem poder ir aos estádios, muitas dessas torcidas têm adotado estratégias alternativas para manter o clubismo e o vínculo com seus componentes ativos. Em virtude do isolamento, a solução consiste em investir na comunicação via redes sociais. Desta feita, as torcidas recorrem a séries de lives com seus líderes e com convidados de seu meio, de maneira a cultivar o vínculo entre os grupos e seus associados. 

 

As emissoras de televisão, por sua vez, têm de recorrer à criatividade para contornar os “buracos” em sua programação. Para tanto, lançaram mão do expediente das reprises de partidas de clubes e de seleções. Reprisam-se as conquistas célebres, com vistas a ativar o imaginário e a memória celebrativa do aficionado telespectador. A efeméride de Copas “míticas”, como o Mundial de 1970 no México, a completar 50 anos em 2020, foi comemorada com a retransmissões de todas as partidas da Seleção Brasileira, em sua versão integral. O ingrediente introduzido como diferencial novidadeiro foi a narração dos locutores, de modo a recriar o ambiente do tricampeonato, num jogo entre passado e presente, ou sob a ilusão de reviver o processo da conquista. Em paralelo, os títulos de clubes populares, como Flamengo, Corinthians e São Paulo, ocuparam os espaços tanto das tevês abertas quanto dos canais fechados.

 

Em maio de 2020, o cenário de uma reabertura paulatina das competições esportivas voltou a ser aventado na Europa, junto ao processo gradual de desconfinamento de sua população. Neste processo, a Alemanha mostrou protagonismo, ao reiniciar a Bundesliga com portões fechados e com um conjunto de prescrições no contato interpessoal entre jogadores, treinadores e preparadores. Vale mencionar que a Alemanha foi um dos países menos afetados pela crise na Europa, devido a um amplo sistema de testagem em massas e, por essa razão, pôde precipitar o regresso dos campeonatos. Mesmo nesse quadro, a volta do futebol-espetáculo produziu controvérsias.

 

 Em reação à volta do futebol, setores de torcidas organizadas alemãs, e europeias como um todo, vêm se posicionando contra a medida, com manifestos contrários à reabertura do futebol que não inclua os torcedores presencialmente nos estádios. Em todo o país, os torcedores estenderam faixas pelos estádios questionando o que chamavam de “jogos fantasmas”. A crítica não se limitou à ausência de publico. Agremiações de torcedores questionaram a existência de condições sanitárias para a prática do futebol.  Grosso modo, elas criticaram o que chamam de Lex Bundesliga: em um momento em que boa parte dos serviços não essenciais da Alemanha encontram-se fechados, é legítimo que o futebol aconteça? Em boa medida, o argumento econômico prevaleceu, e muitos gestores da Bundesliga viram na crise uma oportunidade para globalizar o campeonato local de forma quase monopolista.

 

Na Alemanha, em particular, a crise agudizou tensões preexistentes entre torcedores e os gestores das agremiações. As discussões em torno da volta do futebol acentuaram a contradição entre um negócio milionário, mas, ao mesmo tempo, incapaz de produzir reservas que possam sustentá-lo por uma crise econômica de curta duração. Como tornar, neste sentido, o futebol de espetáculo economicamente sustentável?

 

Em termos amplos, o sistema de organização dos clubes alemães baseia-se na chamada regra do “50 + 1”. Grosso modo, essa regra impede que uma pessoa física tenha controle majoritário sobre as ações de um mesmo clube. Devido à concorrência dos mercados futebolísticos internacionais (especialmente o inglês), as pressões para a abolição desta regra na Alemanha são muitas. A própria Bundesliga é acusada por muitas agremiações de torcedores de flexibilizar as normas para que dois clubes – o Red Bull Leipzig e o Hoffenheim – violassem a regra do “50 + 1” na sua prática administrativa. O caos epidemiológico serviu como pretexto para a emergência de discursos que defendem a extinção desta regra.

 

A resposta dos torcedores foi à altura da crítica. Em manifesto coletivo, passaram a demandar maior equidade na distribuição dos recursos da televisão, a redução do poder dos empresários, um maior controle dos salários dos jogadores e o limite de gastos para transferências, além da obrigatoriedade da criação de reservas econômicas entre os clubes para o enfrentamento de crises de curto prazo[1].

 

Na esfera pública, a presença da fala dos torcedores serviu para desnaturalizar a ideia de que a responsabilidade da crise do futebol alemão se deve à regra do 50 + 1, e sim a um modelo de futebol negócio não sustentável. Ao agudizar as tensões entre torcedores e gestores, o caso alemão deixa claro os caminhos para que a crise econômica, produzida pela disseminação do COVID, possa ser um ponto de inflexão nos rumos da globalização futebolística.

 

 

Torcedores do SpVgg Greuther Furth protestam contra a volta do futebol. “Jogos fantasmas símbolo de um sistema falido! Não há futebol sem os torcedores”. Fotografia: Martin Curi.

 

 

De qualquer forma, não foi apenas na Alemanha que os torcedores se mobilizaram. Diante da ofensiva do coronavírus no Brasil, as organizadas dos quatro grandes clubes de São Paulo se uniram e decidiram fazer a primeira manifestação contra as medidas ineficientes do governo federal e em defesa da ordem institucional democrática. Foi a primeira resposta às manifestações que ocorrem semanalmente em frente ao Palácio do Planalto em Brasília na defesa do governo Jair Bolsonaro.

 

Não é novidade que o esporte esteja, uma vez mais, no epicentro da crise política nacional. Basta lembrar de junho de 2013 quando a Copa das Confederações, organizada pela FIFA, contribuiu para compor o pano de fundo das manifestações que mudaram a cena política nacional. Em maio de 2020, os torcedores organizados reacenderam a faísca. Resta saber o alcance da chama...  

 

 

 

NOTAS

 

[1] Os torcedores produziram uma série de matérias em defesa da manutenção da regra 50 +1. Um bom resumo pode ser encontro na página do Fürth, agremiação que disputa a segunda divisão da Alemanha, especialmente o artigo, “IN DER KRISE BEWEIST SICH DER CHARAKTER” [Na crise vemos o caráter de cada um], disponível na seção AKTUALLE,  https://www.block12.de/

 

 

REFERÊNCIAS

 

BONIFACE, Pascal. La Terre est ronde comme un ballon: Géopolitique du football. Paris: Edition du Seuil, 2002.

 

GIGLIO, Sérgio Settani. COI x FIFA: a história política do futebol nos Jogos Olímpicos. São Paulo: Tese de Doutoramento em Educação Física/USP, 2013.

 

KEYS, Barbara J. Globalizing sport. Cambridge: Harvard University Press, 2008.

 

OSTERHAMMELL, Jürgen; PETERSSON, Niels P. Globalization: a short history. Princeton University Press, 2009.

 

SIMÕES, Irlan. “Futebol, ofensas e ofensivas: o que não se entende na revolta dos torcedores”. Disponível em: https://nabancada.online/2020/03/13/futebol-ofensas-e-ofensivas-na-alemanha-o-que-nao-se-entende-na-revolta-dos-torcedores/

 

WISNIK, José Miguel. Veneno remédio: o futebol e o Brasil. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2008.

 

 

 

 

Bernardo Buarque de Hollanda é professor da Escola de Ciências Sociais/FGV-CPDOC.

 

Luiz Guilherme Burlamaqui é professor do Instituto Federal de Brasília/IFB-DF.

 

 

 

Como citar esse texto: HOLLANDA, Bernardo Buarque; BURLAMAQUI, Luiz Guilherme . (2020), "O futebol em tempos pandêmicos: “globalização” em xeque?". Horizontes ao Sul. Disponível em: ttps://www.horizontesaosul.com/single-post/2020/06/15/O-FUTEBOL-EM-TEMPOS-PANDEMICOS 

 

 

 

Editor Responsável: Leonardo Nóbrega

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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