MULHERES EM MOVIMENTO(S) E O 8 DE MARÇO NA AMÉRICA DO SUL

 

 

Foto: Belén Febres / Acesso: Global Voices

 

 

Introdução

 

 

O 8 de março (8M) já é uma data consolidada no imaginário popular. Campanhas publicitárias, homenagens diversas e muitos presentes são as marcas da mercantilização do significado deste dia. No entanto, o 8M surge e se mantém até hoje como uma data de luta para as mulheres. Na América do Sul, não é diferente – de cima a baixo, a região se pintou colorida, mas não em buquês de flores: de roxa, a já tradicional cor das organizações feministas em enfrentamento à violência de gênero; e de verde, estampando os pañuelos que primeiro foram adotados na Argentina e se espalharam internacionalmente como símbolo da demanda pela legalização do aborto.

 

Mas não é apenas no mês de março que as mulheres sul-americanas se organizam coletivamente. A luta feminista na região é permanente e multitudinária. Do campo à cidade, as mulheres formam movimentos e resistências variados que se mantém mobilizados o ano todo. Neste breve artigo, abordaremos rapidamente os principais feminismos organizados na América do Sul, procurando ilustrar a variedade destes e suas formas de luta. Além disso, faremos um levantamento dos principais atos relativos ao 8M nos países sul-americanos, procurando apontar suas similitudes – entendendo que a violência patriarcal é um problema universal –, mas também as especificidades e a forma como os feminismos se colocam nas conjunturas políticas locais.

 

 

Feminismos na América do Sul

 

Na América do Sul ou em qualquer outra parte do mundo, não há um feminismo, mas múltiplos feminismos. São muitas correntes que divergem em termos de concepções de mundo, de valores, de perspectivas teóricas e de práticas individuais e coletivas. De em torno de 5 anos para cá, alguns feminismos passaram a ter mais visibilidade: feminismos que têm a internet e as redes sociais como principal instrumento, construído sobretudo por mulheres jovens e de espaços urbanos. As agendas são múltiplas: de assédio sexual a pressões estéticas, de aborto a desigualdades salariais. Os coletivos são diversos, de caráter local, nacional ou internacional, e as principais formas de organização coletiva são as marchas de rua, cujo maior exemplo é justamente o 8 de março. Há algum tempo já se grita o tradicional “alerta que camina la lucha feminista por América Latina”.

 

Para que a demanda por equidade de gênero chegasse a estas mulheres, no entanto, muitas outras lutas foram construídas anteriormente e de outras formas. Primeiramente, pode-se citar a importância das vertentes feministas de população originária. Há séculos, mulheres indígenas organizam suas lutas, na América do Sul, a partir de suas agendas; consequentemente, a forma como pensam e se organizam contra as disparidades e desigualdades de gênero são não apenas múltiplas entre si, mas sobretudo absolutamente diferentes das formas de organização das mulheres nas cidades. Está no centro das lutas das mulheres indígenas as demandas por terra, pelo território, pelo direito às suas cosmovisões, aos seus idiomas, e, ainda, o próprio reconhecimento das mulheres indígenas enquanto sujeitos políticos.

 

Junto a isto, há formas de organização contra a violência de Estado - que, se contra populações originárias é genocida, contra mulheres de população originária é ainda mais complexa e perversa. Neste texto, chamaremos de “feminismos indígenas” sob risco de errar, já que, para muitas mulheres de população originária, o feminismo “não atende à totalidade de suas especificidades como mulheres indígenas e, portanto, não deve ser assumido como uma linguagem universal e única para expressar a luta contra as violências de gênero sofridas pelas mulheres” (BARBOSA, 2019, p. 211). Dentre milhares de nações de população originária que têm lutas ligadas às condições das mulheres, destaca-se a organização das mulheres mapuches no Chile e na Argentina, e de mulheres quechuas e aymaras na Bolívia.

 

O feminismo campesino também é histórico entre os movimentos sociais sul-americanos. Alguns dos maiores movimentos sociais do subcontinente, como o Movimento de Trabalhadores Sem Terra (MST) e a Via Campesina, têm construído sistematicamente movimentos de mulheres a partir de perspectivas de espaços rurais. As agendas de gênero das mulheres campesinas são atravessadas por questões como trabalho, a relação campo x cidade, modelos de relação e exploração da terra pelo capital - o questionamento aos modelos extrativistas, por exemplo, está entre as principais agendas de organizações campesinas sul-americanas. A feminização da pobreza e as complexidades na divisão sexual do trabalho marcam a luta daquelas que há décadas gritam que têm direito à terra.

 

Dentre os diversos exemplos possíveis de organizações e resistências de mulheres do campo, vale lembrar da Marcha das Margaridas. A Marcha ocorre desde 2000 a cada quatro anos no Brasil, organizada por trabalhadoras rurais no 12 de agosto, quando se lembra e homenageia a vida da trabalhadora rural e líder sindicalista Margarida Maria Alves, assassinada a mando de latifundiários na Paraíba, em 1983. Por isso, mulheres trabalhadoras rurais marcham nesta data, organizadas principalmente na Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) e na Articulação Nacional de Agroecologia (ANA).

 

Diversos movimentos de mulheres de população originária e de mulheres do campo muitas vezes se enquadram dentro do que se chama de tradição feminista comunitária - ou seja, que não pensa o indivíduo, mas sim a comunidade enquanto agente central (PAREDES, 2016). Assim como estes movimentos operam a partir de lógicas próprias no que diz respeito à coletividade, também o fazem - e são diversos - os feminismos negros sul-americanos, sobretudo no Brasil e na Colômbia. Muitas vezes pautando a luta contra estruturas que são herança da violência colonial e da escravidão, mulheres negras vêm dizendo que, desde desigualdades socioeconômicas até a intensificação de aparatos estatais de genocídio contra populações negras, sobretudo com as polícias militarizadas, tudo isto é reflexo de opressões que se cruzam e se complexificam. A feminização e a racialização da pobreza, da vulnerabilidade e da violência na América Latina fizeram com que Lelia Gonzalez (1984), referência do feminismo negro brasileiro, falasse da importância de um feminismo afro-latino-americano – ou de mulheres amefricanas.

 

Pode-se observar, portanto, que existem diversos feminismos na América do Sul, que operam a partir de diferentes lógicas, que enxergam as disparidades de gênero a partir de diferentes visões e cosmovisões e, consequentemente, constroem e organizam suas práticas coletivas e seus repertórios de forma múltipla. Alguns eixos estruturantes parecem atravessar estes movimentos, ainda que o façam de formas diferentes: seu padrão de relação com terra/território, seja com centros urbanos ou com espaços rurais, a forma como o capital em suas diversas formas entra nesta relação agente x território, e a forma como o Estado relaciona com as diferentes atrizes políticas. Todas estas agendas são pensadas a partir de sua generificação. É justamente por isso que cada vez mais se fala de feminismos decoloniais: feminismos que pensam as realidades a partir das chaves de modernidade e colonialidade, que se organizam a partir de atravessamentos não só de gênero, mas também de raça, classe e trabalho, e que refletem em contraposição a um feminismo eurocêntrico e branco que se pretende universal (LUGONES, 2010; SEGATO, 2012).

 

A feminista argentina Maristella Svampa afirmou que “o feminismo, mais que um movimento social, é a sociedade em movimento” (2019, n.p.). Hoje, se se observam os feminismos sul-americano, pode-se notar que a forma como gênero tem sido pensado pelas mulheres está relacionada a diversos temas estruturantes. Afinal, as mulheres sul-americanas já dizem: pensar democracia, neoliberalismo, violência e trabalho no Sul Global é pensar nas condições de vida e morte das mulheres.

 

 

8M: as mobilizações nos diferentes países da região

 

As manifestações do 8M na América do Sul foram atravessadas pelas tradicionais pautas de enfrentamento à violência patriarcal, escancarada nos dados sobre feminicídio na região, e da legalização do aborto. Os pañuelos verdes, primeiro empregados pelas argentinas, se espalharam para os outros países, tornando-se símbolo internacional de luta feminista contra a criminalização da interrupção da gravidez. Localmente, os atos foram marcados por um descontentamento crescente com os governos e por demandas de melhora na qualidade de vida. É notável que a maioria dos governos latino-americanos carece de uma perspectiva de gênero para desenhar seus programas de governo e poucas vezes se interessam em legislar a favor das mulheres (CORONA et al, 2020).

 

Na Argentina, o 8 de março girou em torno do debate sobre a legalização do aborto. O presidente argentino, Alberto Fernández, anunciou recentemente que uma das prioridades de seu governo será a aprovação de uma lei que descriminalize a interrupção da gravidez – o projeto deve ser submetido uma vez que a situação em relação ao coronavírus se normalize –, o que tem mobilizado o debate público no país.  No domingo, a Igreja Católica reuniu uma multidão em frente à Basílica de Luján, a cerca de 80km do centro de Buenos Aires, em uma missa contra o aborto.  Do outro lado, organizações feministas organizaram um pañuelazo em frente à Catedral de Buenos Aires, em defesa da legalização. Na segunda-feira, 9 de março, foi convocada uma greve nacional de mulheres. Diversos atos aconteceram nas principais cidades do país, abraçando também as pautas da igualdade laboral entre homens e mulheres e demandando medidas contra o feminicídio, evocando a campanha do Ni Uma Menos [1].

 

No Brasil, os atos tiveram início já na sexta-feira, dia 07, e se estenderam até a segunda-feira. O fio central dos protestos foram as críticas ao governo de Jair Bolsonaro, tanto pelo seu caráter misógino quanto pelo ataque promovido aos direitos sociais e trabalhistas. Outra tônica importante dos atos foi em memória da vereadora Marielle Franco. Diversas mulheres levaram girassóis – o símbolo do instituto que foi fundado em seu nome – e protestou-se não só pelo esclarecimento do assassinato, mas também em demonstração à continuidade de seu legado político. Além disso, as mobilizações tiveram caráter interseccional, levantando pautas como o enfrentamento ao racismo e ao preconceito contra pessoas LGBTs (BRANDALISE; GERALDO, 2020; CORONA et al, 2020).

 

A oposição ao governo estabelecido também foi a principal bandeira das mobilizações do 8M na Bolívia. As mulheres bolivianas que se organizaram na data, protestaram contra o golpe de Estado e as políticas repressivas – através de perseguições e execuções desde novembro do ano passado – levadas a cabo pelo mandato de Jeanine Áñez (PAGINA 12, 2020). No Equador, de maneira similar, além de evocar as desigualdades de gênero, as manifestantes se opuseram à violência empregada na repressão às mobilizações de 2019 (COLOMBO, 2020). Na Venezuela, o tema central foi o feminicídio, mas a violência estatal, em suas diferentes formas, também foi lembrada: “O Estado não me protege, quem me protege são as minhas amigas”, era possível se ler em um dos cartazes empunhados na capital, Caracas. O ato foi contido pelas forças policiais que o classificaram como um protesto político (CORONA et al, 2020).

 

A indignação das mulheres tem sido um dos eixos centrais dos protestos contra o governo de Sebastian Piñera, no Chile. Desde o início das mobilizações, surgiram denúncias de abuso sexual por parte das forças de repressão contra manifestantes. Frente a isso, organizações feministas têm convocado manifestações cada vez mais numerosas, colocando suas pautas entre as prioritárias, incluindo a questão da paridade de gênero em uma possível Assembleia Constituinte. A performance “Un violador en tu camino”, criada pelo coletivo chileno Lastesis, tornou-se um dos grandes símbolos internacionais de protesto contra a violência machista. Na esteira dessas mobilizações, os atos referentes ao 8M no país reuniram cerca de 2 milhões de pessoas. Na capital, Santiago, mais de 100 mil mulheres foram às ruas – 500 mil de acordo com as organizadoras –, tendo como ponto de encontro a Praça Itália, local já tradicional de reunião dos manifestantes (CORONA et al, 2020; DEUTSCHE WELLE, 2020).

 

Na Colômbia, a pauta central do 8M foi a legalização do aborto. No início de março, o Tribunal Constitucional do país rejeitou a legalização do aborto até as primeiras 16 semanas de gravidez, mantendo a legislação atual que permite a interrupção da gravidez se a vida da mãe correr risco, se o feto sofrer de má formação ou se for resultante de um estupro (REUTERS, 2020). Os atos nas maiores cidades do país levantaram a bandeira contra o feminicídio e a violência sexual; alguns grupos de mulheres também trouxeram reivindicações de políticas mais consistentes de reintegração à sociedade e à política para as ex-combatentes que abandonaram as armas no contexto do acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias Colombianas (FARC) (COLOMBIA INFORMA, 2020; COLOMBO, 2020). No Peru, o ato feminista aconteceu no sábado e reuniu cerca 10 mil mulheres em Lima. A convocatória teve como lema “Trabajadoras, sí: explotadas y violentadas, no”, evocando a violência de gênero e o feminicídio, e demandando melhores condições de trabalho e igualdade salarial (CORONA et al, 2020).

 

 

Considerações Finais

 

O 8 de março de 2020 foi a última data marcada por grandes atos na América do Sul antes do avanço da pandemia do coronavírus. O dia de luta encheu a rua com marchas e protestos, com um público predominantemente jovem e com agendas variadas, mas que teve na legalização do aborto ênfase específica. Na América do Sul, o único país que adotou essa legislação foi o Uruguai, em 2012, e o restante dos países mantém legislações bastante retrógradas na matéria. Se a luta feminista ganha cada vez mais corpo, os desafios seguem enormes.

 

O cenário hoje é bastante difícil para o avanço das pautas em prol da equidade de gênero na América do Sul: com a pandemia, o cenário parece ser o de centralização de poderes, abrindo espaço para o crescimento de autoritarismos e de militarização da política. Além disso, o avanço na crise econômica torna a situação ainda mais complexa para as mulheres, já que o grau de feminização da pobreza é enorme na região. Está claro, no entanto, que há muita organização feminista na América do Sul – e que os movimentos, cada vez mais, pautam que gênero está ligado a diversas outras agendas, como neoliberalismo, democracia e trabalho. A construção da saída da crise atual, que é sanitária, securitária e também uma crise de economia política, só será efetiva se levar em conta a condição das mulheres do Sul Global.

 

 

NOTAS

 

[1] O Ni Uma Menos é um movimento feminista multitudinário iniciado na Argentina, em 2015, contra a violência de gênero, especialmente o feminicídio. Ganhou força em 2016, na esteira de protestos convocados após casos de feminicídios que ganharam grande notoriedade no país.

 

 

REFERÊNCIAS

 

BARBOSA, Lia Pinheiro. "Florescer dos feminismos na luta das mulheres indígenas e camponesas da América Latina". NORUS: novos rumos sociológicos, Pelotas, v.7, n.11, 2019.

 

BRANDALISE, Camila; GERALDO, Nathália. 8 de março: acompanhe manifestações de mulheres nas ruas do Brasil. Universa, 08 mar 2020. Disponível em: <https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2020/03/07/8-de-marco-veja-os-eventos-que-convocam-mulheres-as-ruas-no-brasil.htm> Acesso em 31 mar 2020

 

COLOMBIA INFORMA. 8M: estallido feminista en Colombia. Colombia Informa, 10 mar 2020. Disponível em: <https://www.colombiainforma.info/8m-estallido-feminista-en-colombia/> Acessp em 28 mar 2020

 

COLOMBO, Sylvia. "Mulheres turbinam protestos com dois dias de ato e greve na América Latina". Folha de São Paulo, 08 mar 2020. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2020/03/mulheres-turbinam-protestos-com-dois-dias-de-ato-e-greve-na-america-latina.shtml> Acesso em 28 mar 2020

 

CORONA, Sonia et al. "Miles de mujeres exhiben su fuerza en las calles de América Latina". El País, 08 mar 2020. Disponível em: <https://elpais.com/sociedad/2020-03-08/america-latina-se-prepara-para-el-8m-mas-multitudinario.html> Acesso em: 28 mar 2020.

 

DEUTSCHE WELLE. "Mujeres de América Latina se movilizan en el Día Internacional de la Mujer". Deutsche Welle, 08 mar 2020. Disponível em: < https://www.dw.com/es/mujeres-de-am%C3%A9rica-latina-se-movilizan-en-el-d%C3%ADa-internacional-de-la-mujer/a-52685625> Acesso em 31 mar 2020.

 

GONZALEZ, Lélia. "Racismo e sexismo na cultura brasileira". Revista Ciências Sociais Hoje, 1984.

 

LUGONES, María. Toward a Decolonial Feminism. Hypatia, Cuernavaca, v. 25, n. 4, 2010.

 

PÁGINA 12. "El feminismo se le planta al gobierno de facto en Bolivia". Pagina 12, 08 mar 2020. Disponível em: <https://www.pagina12.com.ar/251633-el-feminismo-se-le-planta-al-gobierno-de-facto-en-bolivia> Aceso em 31 mar 2020

 

REUTERS. "Tribunal Constitucional da Colômbia rejeita legalização do aborto nas primeiras 16 semanas". G1, 03 mar 2020. Disponível em: <https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/03/03/tribunal-constitucional-da-colombia-rejeita-legalizacao-do-aborto-nas-primeiras-16-semanas.ghtml> Acesso em 31 mar 2020

 

SEGATO, Rita. "Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial". E-cadernos, Coimbra, n. 18,  2012.

 

SVAMPA, Maristella. Entrevista realizada pela Revista Amazonas, 2019. Disponível em: https://www.revistaamazonas.com/2019/02/19/maristella-svampa-sociologa-argentinael-feminismo-mas-que-un-movimiento-social-es-la-sociedad-en-movimiento/. Acesso em: abril/2020.

 

 

 

Como citar esse texto: ZUCATTO, Giovana Esther; CLOSS, Marília. (2020), "Mulheres em movimentos(s) e o 8 de março na América do Sul". Horizontes ao Sul. Disponível em: https://www.horizontesaosul.com/single-post/2020/04/24/MULHERES-EM-MOVIMENTOS-E-O-8-DE-MARCO-NA-AMERICA-DO-SUL

 

 

 

Giovana Esther Zucatto é professora substituta do departamento de Relações Internacionais e Defesa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Doutoranda em Sociologia no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). Pesquisadora associada do Observatório Político Sul-Americano (OPSA) e do Núcleo de Estudos em Teoria Social da América Latina (NETSAL).

 

Marília Closs é Doutoranda e mestra em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP/UERJ). Pesquisadora e coordenadora executiva do Núcleo de Estudos Sociais e Políticos (NETSAL) e pesquisadora pelo Observatório Político Sul-Americano (OPSA).

 

 

 

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Esta publicação é fruto de parceria de divulgação científica da Horizontes ao Sul (HaoS) e do Observatório Político Sul-Americano (OPSA). O OPSA é um grupo de pesquisa de referência nas Relações Internacionais e na Ciência Política destinado à análise, ao monitoramento e ao registro de eventos políticos na América do Sul. O núcleo, coordenado por Maria Regina Soares de Lima, Letícia Pinheiro e Marianna Restum Albuquerque (coordenadora adjunta), tem sede no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Iesp-Uerj).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Veja a edição completa do Boletim OPSA, n.1, jan./mar., 2020:

http://opsa.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Boletim_OPSA_2020_n1_jan-mar-1.pdf

 

Conheça mais sobre o Observatório Político Sul-Americano (OPSA):

www.opsa.com.br 

 

 

 

 

 

Editor responsável: Leonardo Nóbrega

 

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